Acabei de ler a Imperatriz de Ferro (Jung Chang). Fascinante, mas é uma biografia pesada, e tive que parar de tempos em tempos para ler parágrafos de um livro engraçadinho (mas ordinário) escrito por um médico de quando era residente no "SUS" da Inglaterra (NHS - excelente, por sinal, mesmo com mil defeitos. Faz o daqui parecer medieval). Fica óbvio que ele só escolheu as partes engraçadas e semi engraçadas devido ao lapso de tempo entre uma historinha e outra do seu diário, mas eu ia lá, ria, relaxava e voltava para a imperatriz viúva. Um livro bobo ajudando a ler um livro cuja cultura é totalmente diferente da nossa. Absolutamente fantástico e interessante. Essa mulher, que era concubina do Imperador (as concubinas eram esposas legalmente falando. Havia uma que era escolhida para ser Imperatriz e administrar o harém para não haver brigas, disputas, manter a harmonia, etc.), conseguiu dar um golpe após sua morte (com a ajuda da Imperatriz – aí passamos a ter duas imperatrize...
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